sexta-feira, 4 de março de 2011

Lreporta falando sobre as bandas coloridas...

Olá... há quanto tempo hein!
Não vou ficar contando sobre mim, pois já falei com muitos de vocês. Este post não é para criticar ou defender ninguém, pois cada um tem seus gostos. Nesse vídeo, o vloguer Lreporta fala sobre o que ele acha sobre as bandas coloridas. Diferente do felipeneto, ele não tem intenção de ofender ninguém. Além disso, ele dá uma lição de português. Espero que vocês gostem, comentem!

Thiago

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

O texto na era digital

Para além do internetês, a internet está mudando a maneira como lemos e escrevemos
Por Edgard Murano (Revista Língua Portuguesa)

Na ponta do lápis: escrever tornou-se uma atividade mais banal depois da internet, consequência de blogs, e-mails e redes sociais
Houve um tempo em que o hábito de manter cadernos de anotações era algo bastante corriqueiro. Os chamados de "livros de lugares-comuns" (ou commonplace books) eram utilizados pelos leitores para o registro de trechos e passagens interessantes com que se deparavam em suas leituras. Mas além de transcrições, esses cadernos também reuniam apontamentos sobre a vida cotidiana, conforme relata o historiador Robert Darnton em A Questão dos Livros (Cia. das Letras, 2009, p.164). Essas informações eram grupadas e reorganizadas à medida que novos excertos iam sendo acrescidos. O hábito espalhou-se por toda a Inglaterra no início da era Moderna, e muitos escritores famosos - entre eles John Milton e Francis Bacon - cultivaram essa maneira especial de absorver a palavra impressa, fundada na não linearidade e na fragmentação da informação.

Tradição viva
Hoje, com mais de 37 milhões de usuários de internet só no Brasil, essa tradição de escrita parece mais viva do que nunca, impulsionada por novas tecnologias e amplificada pela comunicação em rede. Não é exagero afirmar que e-mails, blogs e redes de relacionamento já deixaram sua marca na produção textual contemporânea. Para o escritor Michel Laub, autor dos romances O Gato Diz Adeus e Longe da Água (ambos pela Cia. das Letras), a internet tornou os textos mais naturais e coloquiais, embora não seja a única responsável por essas mudanças.
- O texto da internet é um texto em geral mais coloquial, menos "literário", no sentido de ser mediado por truques de estilo. A internet não inventou a coloquialidade, mas fez com que ela passasse a soar mais natural para muito mais gente e, estatisticamente ao menos, virou um certo padrão - afirma.
Com cada vez mais usuários - o acesso à rede no Brasil aumentou 35% entre 2008 e 2009 - a internet está criando novos hábitos de comunicação entre as pessoas, que acabam se adaptando às facilidades da nova tecnologia. Isso vale tanto para a leitura, em vista da profusão de textos veiculados na rede, quanto para a escrita, principal meio de expressão do internauta (pelo menos até que as conversas "via voz" se tornem mais corriqueiras).

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

ATENÇÃO 5ª SÉRIE!
ESTRUTURA DOS TRABALHOS DE PESQUISA

1. CAPA - Conforme modelo

2. FOLHA DE ROSTO - Conforme modelo

3. INTRODUÇÃO - Escrever do que se trata o trabalho e qual sua intenção ao fazê-lo.

4. DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO - Colocar todo o conteúdo da pesquisa realizada, com suas palavras, de acordo com o que foi solicitado pela professora.

5. CONCLUSÃO - Falar o que você aprendeu ao realizar o trabalho e qual utilidade a pesquisa terá em sua vida escolar.

6. REFERÊNCIAS - Em folha separada, escrever as fontes utilizadas para a pesquisa (sites e livros), em ordem alfabética. Exemplo:

AMORIM, Galeno (org). Retratos da Leitura no Brasil. Instituto Pro-livro, 2007.

BRAGA, Patrícia Colavitti. O Ensino de Literatura na Era dos Extremos. Revista Letra Magna, São José do Rio Preto, Ano 03, n. 05, 2. Semestre 2006. Disponível em: http://www.letramagna.com/literatura.pdf/. Acesso em: 28 maio 2007.

GIL, Gilberto. Cultura digital e desenvolvimento. Aula Magna Proferida pelo Ministro Gilberto Gil na Usp. Ministério das Comunicações, 10 ago. 2004. Disponível em: http://www2.cultura.gov.br/scripts/discursos.idc?codigo=1119/. Acesso em: 25 jun. 2007.

MARTINS, Maria Helena. O que é leitura. 2. ed. São Paulo: Brasiliense, 1983.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

VOLTA ÀS AULAS

Olá, alunos

Espero que tenham se divertido muito nessas férias e voltem animados para a escola. Temos muito o que aprender em 2011. Aguardo vocês ansiosamente.

Abraços,

Professora Franciela

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

As novas do Aurélio
A edição comemorativa do centenário do dicionarista traz acervo de palavras inéditas e termos mais frequentes do idioma
Por Adriana Natali

Novos verbetes

Bandeide (aportuguesamento do inglês Band-aid, marca registrada de curativo)
Chocólatra (devorador habitual de chocolates)
Data-show (aparelho de vídeo para projeção)
Ecobag (sacola de material biodegradável)
Empreendedorismo (caráter, faculdade ou realização de empreendedor)
Enem (Sigla de Exame Nacional do Ensino Médio)
Flex (motor ou veículo capaz de funcionar com dois tipos de combustível ao mesmo tempo)
Mochileiro (quem viaja com pouca bagagem)
Pet shop (loja de serviços para animais domésticos)
Samu (sigla de Serviço de Atendimento Móvel de Urgência)
Test drive (avaliação do desempenho de um veículo ao dirigi-lo)

Novas locuções

Número (....) Número dois. Forma eufêmica para cocô. [Calque (2) do ingl. number two.] Número um. 1. O mais importante; o principal: Paulo é o meu amigo número um. 2. Forma eufêmica para xixi. [Nesta acepç. calque (2) do ingl. number one.]

Incorreto (....) Politicamente incorreto. 1. Diz-se de atitude, comportamento, discurso, etc., que revela preconceito ou parâmetros de valor tidos como desprestigiantes do ponto de vista social, cultural, econômico. 2. O pensamento, a atitude, o comportamento, o discurso etc., politicamente incorreto.


O mundo digital entra no dicionário

• Blogar - Verbo intransitivo. Manter (o internauta) um blog. [Conjug.: rogar.]
• E-book - [Ingl.] Substantivo masculino. V. livro eletrônico.
• Cookie - [Ingl.] Substantivo masculino. 1. Cul. Biscoito crocante e macio, de forma arredondada, ger. recheado com nozes, passas, etc. 2. Inform. Informação coletada por um navegador Web que fica armazenada no computador, e que pode ser us. por sites da Intranet.
• Fotolog - [Adapt. do ingl. photolog.] Substantivo masculino. 1. Álbum de fotografias virtual, posto na Internet.
• Spam - [Ingl.] Substantivo masculino. Inform. Mensagem publicitária ou não, recebida via correio eletrônico, sem o consentimento ou solicitação do usuário.
• Tablet - [Ingl.] Substantivo masculino. Inform. 1. Computador de uso pessoal que possui tela sensível ao toque. 2. Tipo especial de caneta, us. para registrar notas diretamente na tela do computador.
• Tuitar - [Do ingl. twitt(er) + -ar2.] Verbo intransitivo. 1. Postar no twitter comentários, informações, fotos, etc. ger. de caráter pessoal ou institucional. 2. Acompanhar os fatos, ideias, informações, etc. registrados por alguém em seu twitter. [Conjug.: v. ajuizar.]
• Avatar - [Do sânscr. avatara, 'descida' (do Céu à Terra), pelo fr. avatar.] Substantivo masculino. 1. Rel. Reencarnação de um deus, e, especialmente, no hinduísmo, reencarnação do deus Vixnu. 2. Transformação, transfiguração: "Aqui era a laranjeira-cravo junto da qual o vira, como em um avatar, como em uma transfiguração, risonho, franco, comunicativo, sob o aspecto que em um momento a cativara." (Júlio Ribeiro, A Carne, p. 91.) 3. Inform. Cada um dos personagens de um jogo informático em que, ger., se empregam imagens gráficas animadas e outras técnicas de realidade virtual, que corresponde e é controlado por cada um dos participantes: O avatar de Pedro no jogo é um jovem detetive. 4. Inform. Imagem, realística ou não, associada a participante de uma rede social (q. v.).

LEIA MAIS CLICANDO AQUI

sábado, 6 de novembro de 2010

A ATRAÇÃO PELO ARGUMENTO
Por Carmen Guerreiro
Especialistas garantem que estudar a arte de convencer os outros virou necessidade não só para quem quer persuadir, mas também não ser enrolado pela conversa alheia.

   Uma boa argumentação abre portas. É no que se acredita deasde a Antiguidade, quando as primeiras técnicas retóricas foram criadas para convencer e persuadir o público de uma ideia que, independentemente de ser verdadeira, é eloquente.
   Numa era de informação global, no entanto, em que comunicar está na base das relações pessoais e profissionais, estar familiarizadao com as principais formas de convencimento virou um trunfo de mão dupla: quem sabe a importância de convencer alguém saberá também não cair tão fácil na primeira lábia de um interlocutor.
   - Num mercado altamente competitivo e em acelerada mudança, a habilidade de comunicar ideias e convencer as pessoas da necessidade de mudanças é essencial. Nestas circunstâncias, o domínio das técnicas de persuasão cria um diferencial valioso - diz Jairo Siqueira, consultor em criatividade e negociação.

sábado, 23 de outubro de 2010

COMO CRIAR UMA HQ

As histórias em quadrinhos são enredos narrados quadro a quadro por meio de desenhos e textos que utilizam o discurso direto, característico da língua falada.


Um belo dia a professora chega na classe e pede:

— Queridos alunos, quero que vocês façam uma história em quadrinhos sobre um assunto qualquer!

E aí?

Para ajudar, criamos este conjunto de dicas.

É mais fácil do que muita gente imagina. Você vai até se orgulhar do seu talento!

Primeiro, um exemplo prático. Veja:

1. Primeiro quadrinho:

Desenho - Professora na frente da lousa

Balão - Oi, classe! Quero que cada um faça uma história em quadrinhos!

2. Segundo quadrinho:

Desenho - Todos os alunos sentados em suas carteiras com cara de assustados.

Balão geral - OH, NÃÃÃO!

3. Terceiro quadrinho:

Desenho - Close de um menino ou menina (você), cara preocupada.

Balão - E agora?

Viu só?

Qualquer situação pode virar uma historinha legal. Elas estão aí por toda parte, acontecendo de verdade. A gente consegue usá-las à vontade, mudando, colocando piadinhas, exagerando, misturando fatos.

Para facilitar, primeiro faça um ROTEIRO, assim como o exemplo acima, colocando no papel como será a história toda.

Depois, faça as contas!

Isso mesmo. Veja quantos quadrinhos sua história inteira vai ter. Aí tente descobrir de quantas páginas ela precisa.

Exemplo: 12 quadrinhos.

Aí eu posso colocar em 2 páginas, 6 quadrinhos em cada uma.

Dividindo uma folha de sulfite ao meio, posso fazer uma CAPA na primeira página, deixar a história na segunda e terceira, colocar meu nome e série na quarta, a última.


Mas isto é só um exemplo. Algumas professoras já dizem se querem uma página ou apenas uma TIRINHA (história bem curta que é só uma tira mesmo, como as dos jornais).

A “cara” da história

Quando você pensa na disposição e no formato dos quadrinhos, calculando as páginas, está fazendo uma coisa que se chama DIAGRAMAÇÃO.

“Diagramar” é decidir a forma e o tamanho dos quadrinhos, lembrando que um pode ser o dobro dos outros e ocupar uma tira inteira, por exemplo.

Outro pode ser pequeno, somente com um “som” do tipo “TUM”, “CRÁS”, “NHACT”...

Ai! Não sei desenhar!

Se você acha difícil desenhar ou inventar personagens, não se preocupe. Qualquer coisa que existe pode virar um personagem de quadrinhos. Mesmo bem simples. Basta um par de olhos, duas pernas ou qualquer característica dos seres humanos para “animar” algo que não tem vida.

Quer um bom exemplo? Uma esponja-do-mar virou um dos personagens mais famosos do mundo, não é mesmo? O criador do Bob Esponja foi muito criativo!

Então, comece a observar alguns personagens por aí. Nas propagandas, logotipos de empresas, mascotes de times de futebol...

Outra coisa: não precisa ser um desenho. Você pode fazer uma colagem para criar seu personagem. Um triângulo é o corpo, uma bola é a cabeça. Quem sabe até uma bola de futebol ou de basquete... se for um cara fanático por esportes...

Quando você começar, vai perceber que sua imaginação achará boas idéias.

Mão na massa!

Dica importante: para fazer cada quadrinho, comece pelo texto (balões dos personagens).

Depois faça os desenhos. Sabe por quê? Porque, geralmente, a gente se empolga com o cenário, os personagens, e depois não cabem mais os balões. Fica tudo encolhido e ninguém consegue ler direito.

Outra sugestão:

Se quiser, faça os quadrinhos em papéis já recortados e depois cole-os numa folha preta, deixando espaços iguais entre eles.

Em vez de preta, escolha a cor que preferir, sempre contrastando com a dos quadrinhos para ficar legal.

As letras

Use apenas letras MAIÚSCULAS.

Capriche bem nas letras para ficarem mais ou menos do mesmo tamanho.

Você pode destacar palavras importantes ou gritos com cores mais fortes, assim como usamos o NEGRITO (N) no computador.

Escreva as letras antes de fazer o balão em torno delas.

Tipos de balões


Onomatopeias

Hein? Isso mesmo: “onomatopeias” são palavras que imitam sons.

Veja algumas delas.

FORA DOS BALÕES:



OU DENTRO DOS BALÕES:



Final da história

O final é muito importante. É o desfecho do seu trabalho. Imagine que todo leitor gosta de uma surpresa no final.

Coloque a palavra “fim” no último quadrinho.


O título

Quando souber como será sua história, invente um título para ela. Lembre-se de deixar espaço no início da primeira página.

Não complique!

Cena complicada demais pra desenhar?

Pense em outra. Sempre há uma solução mais simples...

Frase comprida demais? Tente cortar o que não faz falta.

Finja que está dizendo a mesma coisa, mas com pressa.

Este é um bom truque.



Faça a lápis primeiro.

Assim dá pra mudar algo errado, diminuir o textos, estas coisas.

Dica de Português

Sempre coloque vírgula entre o VOCATIVO e o resto da frase.

Exemplos:

Oi, turma!

Mãe, você deixa eu brincar?

Gente, vamos jogar bola!

Pára com isso, menina!


Vocativo é a pessoa ou pessoas com quem o personagem fala. (Invoca).

Veja exemplos em: http://www.monica.com.br/comics/seriadas.htm